Uma viatura não é uma câmara, e hoje o sistema trata-as igual
O planeamento sabe reservar um recurso para uma janela de horas. O transporte precisa de mais três coisas que hoje não existem: um sítio de onde se parte, um par de viatura e motorista, e alguém a quem se pede.
Como se faz hoje
- ·O pedido é um telefonema ou uma mensagem. Não fica registado em lado nenhum, e o que foi recusado por falta de viatura desaparece.
- ·Quem planeia escolhe a viatura e, ao escolhê-la, já escolheu se é própria ou contratada — sem ter visto o custo das alternativas.
- ·A reserva ocupa só as horas do serviço. O tempo de ir e voltar não existe, e a viatura aparece livre quando está na estrada.
- ·Nada verifica se o motorista tem carta para aquele veículo, nem se a carta caduca para a semana.
- ·O custo do transporte só aparece na factura do fornecedor, no fim do mês, e reconcilia-se em folha de cálculo.
Com o módulo
- ·O pedido é um objecto com estado e relógio: quem pediu, para que projeto, quando foi respondido — e o que ficou por servir.
- ·A central vê as três fontes lado a lado, com preço e disponibilidade, e decide depois de comparar.
- ·A reserva ocupa a janela verdadeira, com o tempo de aproximação e de regresso desenhado no quadro.
- ·Um motorista sem categoria compatível não aparece nas opções. Não é um aviso — é uma regra.
- ·Cada viagem fecha com valor no projeto e no centro de custo que veio no pedido.
Três passos, e a fonte só se decide no segundo
É esta a inversão que muda o resultado. O pedido nasce sem saber quem o vai servir — e por isso, pela primeira vez, é possível comparar.
Pede-se, sem escolher quem leva
Quem vai, quantos são, de onde para onde, a que horas e para que projeto. O material que acompanha e o centro de custo vêm com o pedido. Mais nada.
Quem faz: produção, redação, coordenação de projeto
Comparam-se as três fontes
Viatura própria com motorista habilitado e livre. Fornecedor contratado, com as horas que ainda restam do contrato e o pré-aviso cumprido. Ou mercado à chamada. Com preço, prazo e capacidade à vista — e a aprovação a disparar sozinha acima do limite definido.
Quem faz: central de transportes
Executa-se e o custo fecha
O serviço ocupa a janela verdadeira no quadro, incluindo ida e regresso. No fim, o valor entra no projeto pelo tarifário do contrato ou pelo recibo do operador — sem ninguém copiar nada para uma folha.
Quem faz: motorista, fornecedor, e o sistema
Faça o percurso — é clicável
O que está abaixo funciona. Os dados são fictícios, mas os ecrãs, as regras e o comportamento são os que a proposta descreve.
Percurso sugerido · 60 segundos
- Em Novo pedido, carregue em Procurar opções. Aparecem as três fontes para o mesmo pedido, com preço.
- Escolha uma — repare que a mais barata é a errada: o mercado não leva o material de reportagem.
- Carregue em Adjudicar. O pedido cai na fila da Central com o estado certo e a reserva aparece no quadro, com o tempo de ida e volta a tracejado.
- Em Projetos, veja que viaturas estão afectadas a que projeto e por que período — e devolva ao pool uma janela que o projeto não usa.
- Passe por Frota e Condutores para ver a utilização de cada viatura e a carta de cada motorista.
Pedir transporte para uma tarefa
O pedido nasce no projeto e não escolhe a fonte. Preenche-se o que é preciso — quem, quantos, de onde, para onde, quando — e só depois a central compara frota própria, contrato e mercado com preço e disponibilidade à vista.
O pedido
P-2418 · rascunhoO que o sistema já verificou
regras, não avisos- Janela ocupada
- 16:30 → 18:30 de serviço, mais 25 min de ida e 25 min de regresso — a viatura fica presa das 16:05 às 18:55.
- Lugares
- 4 passageiros mais material de reportagem exigem 5 lugares e volume de carga. Ligeiros de 4 lugares ficam de fora.
- Carta exigida
- Categoria B. Motoristas sem B, ou com B a caducar antes da data, não aparecem.
- Aprovação
- Política do centro de custo: acima de 60 € exige aprovação do responsável.
- Regresso
- A nota impõe regresso antes das 19h15 — compatível com a janela.
Central de Transportes
Uma fila com estados e um quadro onde a frota própria e o fornecedor contratado vivem lado a lado. É este estado — «em sourcing» — que hoje só existe na cabeça de quem faz os telefonemas.
Agente VisionCast
3 sugestões a vigiar a fila desde as 06:00Fila
clicar num pedido abre o detalheQuadro de despacho — 26 de Agosto
janela ocupada, não janela de serviçoProjetos e disponibilidade
Duas camadas, e é preciso não as confundir. A afectação prende uma viatura a um projeto durante um período; o serviço é cada viagem dentro dela. Uma viatura afectada continua a ser gerida à hora — e as horas em que o projeto não a usa podem voltar ao pool sem cancelar a afectação.
Por projeto
quem tem o quê, e até quandoQuadro de disponibilidade — 14 dias
a afectação bloqueia; a devolução abreFrota
A viatura continua a ser um recurso do planeamento — mesma reserva, mesmas janelas de manutenção, mesmo quadro. O que muda é a ficha: matrícula, lugares, carta exigida, seguro e inspeção.
Cadastro
ficha da viatura| Viatura | Matrícula | Categoria | Lugares | Carta | Base | Estado | Documentos | Utilização 30d |
|---|
Indisponibilidades
manutenção, avaria, bloqueio| Viatura | Tipo | De | Até | Motivo |
|---|---|---|---|---|
| Carrinha de reportagem 7 | Manutenção | 29 Ago 08:00 | 29 Ago 18:00 | Revisão dos 90 000 km |
| Unidade Móvel 2 | Avaria | 24 Ago 14:20 | em aberto | Gerador — peça encomendada |
| Ligeiro 11 | Bloqueio | 01 Set 00:00 | 15 Set 23:59 | Cedida ao desporto — Volta ao País Basco |
Motoristas
Não é uma pessoa nova no sistema — é um papel com credenciais datadas por cima da pessoa que o VisionCast já gere. Duas camadas: as credenciais decidem se pode; as horas de condução decidem quanto pode.
Elegibilidade e horas
o que o sistema verifica ao adjudicar| Motorista | Categorias | CAP | Validade da carta | Escala de hoje | Condução hoje | Elegível |
|---|
Credenciais que caducam
a inelegibilidade acontece sozinha- Jon Etxebarria
- Carta C caduca a 07 Set 2026 — 12 dias. Depois dessa data deixa de aparecer nas opções para a Unidade Móvel 2, sem ninguém fazer nada.
- Nerea Agirre
- CAP renovado a 14 Mai 2026 — válido
- Autos Bidasoa
- Certificado de seguro do contrato válido até 31 Dez 2026 — válido
O que não se repete
já existe no VisionCastNenhum produto de frota do mercado sabe sobre uma pessoa o que este produto já sabe. Um serviço de transporte dado a um motorista interno é, para o motor de escalas, mais um dia com hora própria.
Custo no projeto
Cada viagem executada produz um valor. Tarifário aplicado quando é própria ou contratada, recibo importado quando é mercado — e imputação ao centro de custo que veio no pedido.
Últimas viagens fechadas
o que entra no orçamento do projeto| Serviço | Projeto | Fonte | Percurso | Km | Base de cálculo | Centro de custo | Valor |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| S-8841 | Teleberri 2 | Própria | Basurto → Getxo → Basurto | 34 | 0,42 €/km + 18 €/h motorista | CC-4102 | 68,30 € |
| S-8838 | Boulevard | Contratado | Loiu → Sede | 18 | Autos Bidasoa · mínimo 2 h | CC-4102 | 96,00 € |
| S-8835 | Kirolak | Contratado | Bilbao → Vitoria-Gasteiz | 128 | Transportes Larrea · bolsa −4,5 h | CC-4110 | 214,50 € |
| S-8830 | Gaur Egun | Mercado | Bilbao centro → Sede | 6 | Recibo importado automaticamente | CC-4102 | 13,80 € |
| S-8827 | Teleberri 2 | Própria | Basurto → Durango → Basurto | 72 | 0,42 €/km + 18 €/h motorista | CC-4102 | 120,20 € |
Uma aplicação que abre num link, e o WhatsApp para falar
São dois sítios com papéis diferentes, e vale a pena não os confundir. A aplicação móvel é onde o serviço se faz — aceitar, marcar, fechar. O WhatsApp é por onde se avisa e se conversa. Grande parte das viaturas é contratada, e no telemóvel do motorista de um fornecedor não se instala nada: um link e uma sessão chegam.
Ilustração · conteúdo fictício
Ilustração · conteúdo fictício
Abre num link e não se instala
É uma aplicação web feita para telemóvel: chega um endereço e uma sessão. Lá dentro estão os serviços do dia por ordem de hora, o detalhe de cada um, o Aceito / Não posso, as marcações de a caminho, cheguei e concluído, o odómetro e as incidências com fotografia.
O motorista do fornecedor não instala a vossa app
Uma aplicação de loja obriga a conta, autorização e actualizações — e cai logo no primeiro motorista externo. A web resolve isso: funciona em qualquer telemóvel, actualiza-se sem loja nem versões, e no dia em que um motorista deixa de trabalhar convosco basta cortar-lhe a sessão.
O motorista também fala com o agente
Dentro da aplicação, em linguagem normal: «posso trocar o das 16:30?», «vou atrasado 20 minutos», «o portão está fechado». O agente responde com o que sabe — quem está livre, que alternativa existe — e transforma o pedido em algo que a central vê na fila, em vez de num telefonema que ninguém regista.
O aviso chega onde ele já olha
Serviço novo, alteração e cancelamento chegam por mensagem com o link directo para o serviço na aplicação. Não depende de a app estar aberta nem de uma notificação que se perde — e é o mesmo canal para o motorista responder por escrito, com o histórico agarrado ao serviço.
É a plataforma de empresa da Meta, não o WhatsApp comum
Usa-se a WhatsApp Business Platform com um número da empresa. Fora de uma conversa iniciada pelo motorista só se enviam modelos aprovados — o aviso de serviço é um modelo de utilidade, aprova-se uma vez e usa-se sempre. Assim que ele responde, abre-se uma janela de 24 horas de conversa livre e sem custo. Os modelos custam poucos cêntimos por mensagem entregue.
O telemóvel pessoal para trabalho não é uma decisão técnica
É preciso consentimento explícito de cada motorista e, para os internos, a conversa com os representantes dos trabalhadores. Recomendamos que o WhatsApp seja opcional: quem não aderir recebe o aviso por SMS ou consulta a mesma lista na aplicação. Nada essencial deve viver só no canal de mensagens.
Uma viatura pode estar presa a um projeto duas semanas e continuar a ser gerida à hora
É a pergunta que separa transporte de produção de transporte de empresa, e o modelo precisa de duas camadas. Confundi-las custa dos dois lados: sem a primeira, uma produção nunca tem a viatura garantida; sem a segunda, uma viatura fica parada quinze dias em nome de um projeto que a usa três horas por dia.
A viatura pertence ao projeto durante um período
«A Unidade Móvel 2 está com a Volta ao País Basco de 1 a 15 de Setembro.»
- Bloqueia o quadro de disponibilidade e tem sempre data de fim.
- Tem dono, tem custo imputado ao projeto pelo período — e não por viagem.
- Serve o que é previsível: rodagens, coberturas longas, unidades móveis.
Cada viagem, dentro ou fora de uma afectação
«Hoje às 07:00, levar quatro pessoas da sede a Vitoria-Gasteiz.»
- Se o projeto tem viatura afectada, o serviço consome-a e não vai ao pool.
- Se não tem, o pedido vai à central e compara as três fontes de sempre.
- Serve o que é imprevisível: informativos, directos, recolhas de última hora.
A afectação sem devolução é a maior fonte de desperdício — e já foi medida
o que o mercado aprendeu à sua custaÉ o uso típico de uma viatura afectada de forma permanente a uma pessoa ou a um departamento, em análises de frotas partilhadas. A afectação parece eficiência e é o contrário: garante disponibilidade a um, à custa de todos os outros.
A redução obtida por uma organização que consolidou viaturas permanentemente atribuídas num pool com reserva automática. Não se comprou nada nem se cortou serviço: passou a ver-se o que estava parado.
A meta corrente para uma frota partilhada saudável. É a régua que falta ao VisionCast e que a afectação, sozinha, torna impossível de aplicar — porque uma viatura afectada aparece sempre como ocupada.
No aluguer audiovisual — Current RMS, Rentman, Flex — a reserva provisória é um estado próprio: bloqueia o calendário mas tem data-limite, e liberta-se sozinha se não for confirmada. É assim que se reserva sem congelar.
O que isto vira no produto. Toda a afectação nasce com fim, com utilização medida e com devolução parcial: as janelas em que o projeto não usa a viatura voltam ao pool sem cancelar a afectação. O projeto continua a ter a viatura garantida quando precisa; a casa deixa de a ter parada quando não precisa. Está no separador Projetos da demonstração — a barra de utilização e o botão que devolve a janela.
Prática trazida da gestão de frotas partilhadas
Levar pessoas e levar meios não é o mesmo transporte
Na produção audiovisual são dois problemas com regras diferentes, e o mercado trata-os como dois. Um modelo que só sabe «viatura» acaba a pôr uma equipa de reportagem e uma unidade móvel na mesma linha de decisão.
Lugares, e quem vai lá dentro
A restrição é o número de lugares e a categoria de carta. A responsabilidade é saber quem viaja, com quem e para onde — e ser capaz de o dizer se acontecer alguma coisa. É aqui que o agrupamento de equipas poupa dinheiro a sério.
Volume, peso e quem descarrega
A restrição é a carga útil, o volume e muitas vezes a carta pesada. Acrescenta tempo de carga e descarga que não é trajeto, seguro do equipamento, e o estado do material sincronizado entre origem e destino — que é como o mercado de rental trata uma transferência.
Os buffers não são iguais
Entre montagens no mesmo local, a produção conta 15 a 30 minutos. Para mudar a unidade inteira de sítio, cerca de 60. Um sistema que usa o mesmo buffer para tudo erra sempre — para mais num lado, para menos no outro.
A disponibilidade não é da viatura
Foi o que o ScheduALL provou no broadcast: agendar contra as relações entre recursos, não contra a disponibilidade de cada um. Aqui a pergunta certa é se está livre a cadeia inteira — viatura, motorista habilitado, janela com buffers e, quando há material, o próprio equipamento.
Quando não se tem, propõe-se quem tem
No aluguer audiovisual o sub-hire é um conceito de primeira classe: procura acima da capacidade própria não devolve «indisponível», devolve a proposta de contratar fora, com o custo separado. É exactamente a fronteira entre frota própria e fornecedor — e valida o modelo de três fontes.
O transporte desenha-se a partir da folha de serviço
Na produção, o plano de transporte constrói-se a partir da folha de dia para fora: as horas de saída e a atribuição de viaturas saem dela. É a razão pela qual isto pertence ao VisionCast e não a uma ferramenta de frota à parte — o plano já cá está.
Um agente que vigia a fila enquanto ninguém está a olhar
A central tem picos, e é neles que as coisas caem. O agente do VisionCast não despacha por vocês — vê o que se passa entre decisões e traz à frente o que precisa de uma pessoa, já com a proposta concreta feita. É o mesmo agente dos dois lados: aqui na fila da central, e na aplicação do motorista, onde responde a quem está na estrada.
O fornecedor que não responde
O contrato dá um prazo para aceitar. Passado esse prazo, o agente insiste; se continuar calado, devolve o pedido à fila e traz a alternativa já estimada — antes de o serviço ficar em risco, não depois.
Conflitos com a troca já proposta
Sobreposições reais, viaturas sem lugares para o que se pediu, motoristas sem categoria de carta. Não é um alerta a dizer que há um problema — é a troca concreta que o resolve, a um clique.
A folha de serviço já redigida
O despacho para o motorista, o lembrete ao fornecedor, a alteração e o cancelamento saem escritos e prontos a enviar pelo canal de sempre. A central aprova, corrige ou deita fora.
Cada sugestão traz o porquê e o número
Quanto poupa, quanto atrasa, que regra do contrato ou do convénio a sustenta. Uma sugestão que não se consegue explicar não devia ser aceite — e por isso não aparece sem explicação.
A sugestão dispensada também é dado
Ao fim de um mês vê-se o que o agente acerta e onde não deve opinar. O que é recusado sistematicamente deixa de ser proposto, e isso é uma definição de âmbito feita pelo uso, não por reunião.
Duas equipas, uma viatura
Quando dois pedidos partilham destino e janela, o agente propõe juntá-los e mostra o que isso poupa. É a maior economia possível nesta operação, e a que hoje só acontece se alguém reparar por acaso.
Onde é que ele para. O agente propõe; a responsabilidade é de quem decide. Não adjudica acima do limite de valor sem aprovação humana. Não contacta um fornecedor fora do que o contrato permite. Não altera uma escala publicada. E tudo o que faz fica registado com autor, hora e motivo — incluindo o que sugeriu e foi recusado.
Regra de âmbito do agente
Está na demonstração
- Vá a Central. O painel do agente está no topo, com três sugestões reais sobre estes dados.
- Carregue em Passar para a Carrinha 4 e veja o conflito das 12:30 desaparecer do quadro.
- Repare na terceira sugestão: o agente não age sozinho quando a decisão é de uma pessoa.
Seis coisas que hoje dependem de alguém se lembrar
Nenhuma delas é um relatório novo. São decisões que passam a ser tomadas com informação, e erros que deixam de ser possíveis.
Deixa de se reservar uma viatura que está na estrada
A reserva passa a ocupar o tempo verdadeiro, com ida e regresso. O quadro mostra conflito onde há conflito — e deixa de o mostrar onde não há.
Ninguém conduz um veículo para que não tem carta
A categoria da carta e a sua validade decidem quem aparece nas opções. Uma carta que caduca torna a pessoa inelegível na data certa, sem lembrete.
O que foi recusado passa a existir
Cada pedido tem estado e relógio. Ao fim de um mês sabe-se quanto tempo a central demora a responder e quantas vezes teve de dizer que não — que é o argumento para pedir mais uma viatura, ou para deixar de a ter.
O mês fecha contra a factura
Cada viagem tem valor, projeto e centro de custo. A reconciliação com o fornecedor deixa de ser um exercício de memória no fim do mês.
Sabe-se onde está a equipa
Quando quem viaja é uma equipa de reportagem, saber quem está em que viatura, com que motorista e a caminho de onde deixa de ser uma conversa e passa a ser um ecrã.
A frota certa, medida
Utilização por viatura ao longo do mês. É o único dado que permite decidir com confiança o que sobra, o que falta e o que vale a pena contratar em vez de possuir.
Cinco fases, e cada uma serve para alguma coisa sozinha
A ordem é por dependência, não por dificuldade. Nenhuma fase precisa da seguinte para dar valor, e cada uma fecha com um resultado que se verifica.
A viatura passa a saber que é viatura
Ficha da viatura, papel de motorista com credenciais, elegibilidade entre os dois, e o tempo de ida e regresso na reserva. Sem ecrãs novos — o cadastro e o quadro que já existem ganham campos.
A procura passa a existir
O pedido criado a partir do projeto ou da tarefa. A fila da central com estados. Adjudicação à frota própria. Aprovação automática acima do limite definido.
A fonte maioritária entra no quadro
Contratos de transporte com tarifário, horas contratadas e pré-aviso. Ordem ao fornecedor com prazo para aceitar. Custo imputado ao projeto.
O recurso à chamada deixa de ser informal
Ligação a um operador de mobilidade, começando pela estimativa e pelas viagens de convidados — que não precisam de ter conta. Estado e recibo chegam sozinhos.
O sistema começa a propor
Juntar passageiros com destino e horário compatíveis. Sugerir a fonte por custo e prazo. Horas de condução como limite. Relatório de utilização por viatura.
O que precisamos de vocês para começar
A fundação não depende de integração nenhuma nem de fornecedor nenhum. Depende de três respostas — e nenhuma delas exige uma reunião longa.