Módulo novoGestão de meios de transporte

O transporte deixa de se resolver ao telefone

O VisionCast já planeia câmaras, estúdios e pessoas. As viaturas também lá estão — mas geridas como se fossem uma câmara. Este módulo dá-lhes o que lhes falta: um pedido que nasce no projeto, uma central que compara frota própria, fornecedor contratado e mercado, e um custo que fecha sozinho no projeto certo.

Demonstração navegável nesta mesma página · dados fictícios

O ponto de partida

Uma viatura não é uma câmara, e hoje o sistema trata-as igual

O planeamento sabe reservar um recurso para uma janela de horas. O transporte precisa de mais três coisas que hoje não existem: um sítio de onde se parte, um par de viatura e motorista, e alguém a quem se pede.

Como se faz hoje

  • ·O pedido é um telefonema ou uma mensagem. Não fica registado em lado nenhum, e o que foi recusado por falta de viatura desaparece.
  • ·Quem planeia escolhe a viatura e, ao escolhê-la, já escolheu se é própria ou contratada — sem ter visto o custo das alternativas.
  • ·A reserva ocupa só as horas do serviço. O tempo de ir e voltar não existe, e a viatura aparece livre quando está na estrada.
  • ·Nada verifica se o motorista tem carta para aquele veículo, nem se a carta caduca para a semana.
  • ·O custo do transporte só aparece na factura do fornecedor, no fim do mês, e reconcilia-se em folha de cálculo.
137 meios no vosso planeamento Câmaras, viaturas e estúdios — todos com exactamente as mesmas regras de reserva.
0 de 137 com lugares declarados Nenhuma viatura sabe quantas pessoas leva, por isso duas equipas para o mesmo sítio nunca se juntam.
3 fontes possíveis, uma decisão invisível Frota própria, fornecedor contratado e mercado à chamada. Hoje escolhe-se sem comparar.
0 pedidos com histórico Não há como medir quanto tempo a central demora a responder, nem quantas vezes teve de dizer que não.
Como funciona

Três passos, e a fonte só se decide no segundo

É esta a inversão que muda o resultado. O pedido nasce sem saber quem o vai servir — e por isso, pela primeira vez, é possível comparar.

No projeto

Pede-se, sem escolher quem leva

Quem vai, quantos são, de onde para onde, a que horas e para que projeto. O material que acompanha e o centro de custo vêm com o pedido. Mais nada.

Quem faz: produção, redação, coordenação de projeto

Na central

Comparam-se as três fontes

Viatura própria com motorista habilitado e livre. Fornecedor contratado, com as horas que ainda restam do contrato e o pré-aviso cumprido. Ou mercado à chamada. Com preço, prazo e capacidade à vista — e a aprovação a disparar sozinha acima do limite definido.

Quem faz: central de transportes

Na execução

Executa-se e o custo fecha

O serviço ocupa a janela verdadeira no quadro, incluindo ida e regresso. No fim, o valor entra no projeto pelo tarifário do contrato ou pelo recibo do operador — sem ninguém copiar nada para uma folha.

Quem faz: motorista, fornecedor, e o sistema

Demonstração

Faça o percurso — é clicável

O que está abaixo funciona. Os dados são fictícios, mas os ecrãs, as regras e o comportamento são os que a proposta descreve.

Percurso sugerido · 60 segundos

  1. Em Novo pedido, carregue em Procurar opções. Aparecem as três fontes para o mesmo pedido, com preço.
  2. Escolha uma — repare que a mais barata é a errada: o mercado não leva o material de reportagem.
  3. Carregue em Adjudicar. O pedido cai na fila da Central com o estado certo e a reserva aparece no quadro, com o tempo de ida e volta a tracejado.
  4. Em Projetos, veja que viaturas estão afectadas a que projeto e por que período — e devolva ao pool uma janela que o projeto não usa.
  5. Passe por Frota e Condutores para ver a utilização de cada viatura e a carta de cada motorista.
visioncast · transportes · central de despacho
Novo pedido
4a4fc13 CS

Pedir transporte para uma tarefa

O pedido nasce no projeto e não escolhe a fonte. Preenche-se o que é preciso — quem, quantos, de onde, para onde, quando — e só depois a central compara frota própria, contrato e mercado com preço e disponibilidade à vista.

O pedido

P-2418 · rascunho
Nada é reservado até adjudicar.

O que o sistema já verificou

regras, não avisos
Janela ocupada
16:30 → 18:30 de serviço, mais 25 min de ida e 25 min de regresso — a viatura fica presa das 16:05 às 18:55.
Lugares
4 passageiros mais material de reportagem exigem 5 lugares e volume de carga. Ligeiros de 4 lugares ficam de fora.
Carta exigida
Categoria B. Motoristas sem B, ou com B a caducar antes da data, não aparecem.
Aprovação
Política do centro de custo: acima de 60 € exige aprovação do responsável.
Regresso
A nota impõe regresso antes das 19h15 — compatível com a janela.
É esta a diferença. Hoje quem planeia escolhe a viatura e, ao escolhê-la, já escolheu a fonte sem ver as alternativas. O pedido inverte a ordem.

Central de Transportes

Uma fila com estados e um quadro onde a frota própria e o fornecedor contratado vivem lado a lado. É este estado — «em sourcing» — que hoje só existe na cabeça de quem faz os telefonemas.

Pedidos abertos4hoje, em qualquer estado activo
Resposta média14 minde submetido a adjudicado
Sem meio3recusados este mês por falta de viatura
Lugares ocupados61 %média por viagem própria
Fonte48 / 39 / 13própria / contratada / mercado

Agente VisionCast

3 sugestões a vigiar a fila desde as 06:00

Fila

clicar num pedido abre o detalhe

Quadro de despacho — 26 de Agosto

janela ocupada, não janela de serviço
Frota própria Contratado Mercado Ida e regresso Contorno vermelho = conflito real

Projetos e disponibilidade

Duas camadas, e é preciso não as confundir. A afectação prende uma viatura a um projeto durante um período; o serviço é cada viagem dentro dela. Uma viatura afectada continua a ser gerida à hora — e as horas em que o projeto não a usa podem voltar ao pool sem cancelar a afectação.

Viaturas afectas33 próprias e 1 contratada por período
Utilização das afectas51 %meta corrente do mercado: 80 %
Por devolver ao pool62 hjanelas livres dentro das afectações
Sem afectação2projetos que vivem só do pool

Por projeto

quem tem o quê, e até quando

Quadro de disponibilidade — 14 dias

a afectação bloqueia; a devolução abre
Afectada a um projeto Contratada Devolvida ao pool Indisponível Célula vazia = livre para reservar

Frota

A viatura continua a ser um recurso do planeamento — mesma reserva, mesmas janelas de manutenção, mesmo quadro. O que muda é a ficha: matrícula, lugares, carta exigida, seguro e inspeção.

Cadastro

ficha da viatura
ViaturaMatrículaCategoriaLugaresCartaBaseEstadoDocumentosUtilização 30d
A coluna Utilização é a que responde à pergunta cara: quantas viaturas fazem falta de verdade.

Indisponibilidades

manutenção, avaria, bloqueio
ViaturaTipoDeAtéMotivo
Carrinha de reportagem 7Manutenção29 Ago 08:0029 Ago 18:00Revisão dos 90 000 km
Unidade Móvel 2Avaria24 Ago 14:20em abertoGerador — peça encomendada
Ligeiro 11Bloqueio01 Set 00:0015 Set 23:59Cedida ao desporto — Volta ao País Basco

Motoristas

Não é uma pessoa nova no sistema — é um papel com credenciais datadas por cima da pessoa que o VisionCast já gere. Duas camadas: as credenciais decidem se pode; as horas de condução decidem quanto pode.

Elegibilidade e horas

o que o sistema verifica ao adjudicar
MotoristaCategoriasCAPValidade da cartaEscala de hojeCondução hojeElegível
Marca no medidor: o limite legal de 9 h de condução diária — que só se aplica acima de 3,5 t ou 9 lugares, e por isso não afecta os ligeiros.

Credenciais que caducam

a inelegibilidade acontece sozinha
Jon Etxebarria
Carta C caduca a 07 Set 202612 dias. Depois dessa data deixa de aparecer nas opções para a Unidade Móvel 2, sem ninguém fazer nada.
Nerea Agirre
CAP renovado a 14 Mai 2026válido
Autos Bidasoa
Certificado de seguro do contrato válido até 31 Dez 2026válido

O que não se repete

já existe no VisionCast

Nenhum produto de frota do mercado sabe sobre uma pessoa o que este produto já sabe. Um serviço de transporte dado a um motorista interno é, para o motor de escalas, mais um dia com hora própria.

Convénio Disponibilidade Bolsa de horas Ausências Escala publicada
O transporte não precisa de um motor de escalas novo. Precisa de ser lido pelo que já existe.

Custo no projeto

Cada viagem executada produz um valor. Tarifário aplicado quando é própria ou contratada, recibo importado quando é mercado — e imputação ao centro de custo que veio no pedido.

Agosto — transporte14 806imputado a 11 projetos
Frota própria4 12028 % · custo por km e hora
Contratado9 21062 % · 3 fornecedores
Mercado1 47610 % · 47 viagens

Últimas viagens fechadas

o que entra no orçamento do projeto
ServiçoProjetoFontePercursoKmBase de cálculoCentro de custoValor
S-8841Teleberri 2PrópriaBasurto → Getxo → Basurto340,42 €/km + 18 €/h motoristaCC-410268,30 €
S-8838BoulevardContratadoLoiu → Sede18Autos Bidasoa · mínimo 2 hCC-410296,00 €
S-8835KirolakContratadoBilbao → Vitoria-Gasteiz128Transportes Larrea · bolsa −4,5 hCC-4110214,50 €
S-8830Gaur EgunMercadoBilbao centro → Sede6Recibo importado automaticamenteCC-410213,80 €
S-8827Teleberri 2PrópriaBasurto → Durango → Basurto720,42 €/km + 18 €/h motoristaCC-4102120,20 €
O critério de sucesso desta fase é um número, não um ecrã: o mês fecha contra a factura do fornecedor sem folha de cálculo pelo meio.
O lado do motorista

Uma aplicação que abre num link, e o WhatsApp para falar

São dois sítios com papéis diferentes, e vale a pena não os confundir. A aplicação móvel é onde o serviço se faz — aceitar, marcar, fechar. O WhatsApp é por onde se avisa e se conversa. Grande parte das viaturas é contratada, e no telemóvel do motorista de um fornecedor não se instala nada: um link e uma sessão chegam.

A aplicação móvel onde o serviço se faz
VC Os meus serviçosIker Zabaleta · terça, 26 Ago
07:00Concluído
Loiu → Sede · convidado
34 km · fechado às 07:52
11:30A decorrer
Sede → Bermeo · 4 passageiros
Carrinha 4 · 1234 KTB · saída às 11:28
Odómetro à partida128 402 km
Cheguei Incidência
16:30Por aceitar
Sede → Getxo, Puerto Viejo · 4 passageiros
tripé pesado e mochila de directo · regresso 18:55
Aceito Não posso
Agente VisionCast
Posso trocar o das 16:30? Tenho consulta às 17h.11:31
A Nerea Agirre está livre a partir das 16:00 e tem carta B para a Carrinha 4. Pedir a trocaAgora não 11:31
sem instalação · abre por linkactualizado 11:34

Ilustração · conteúdo fictício

O WhatsApp por onde se avisa e se fala
VC Central de Transportesconta de empresa · verificada
Serviço novo · hoje 16:30 Teleberri 2 — directo Getxo Sede, Basurto → Getxo, Puerto Viejo 4 passageiros · tripé e mochila Abrir na aplicação: vc.tv/s/8842 15:52
Recebido. Vou pelo túnel, o trânsito na ponte está mau.15:55 ✓✓
Anotado no serviço 8842. A central já sabe.15:55
Alteração ao serviço das 11:30 A recolha passou para as 11:45. 11:12
Ok11:13 ✓✓

Ilustração · conteúdo fictício

A aplicação

Abre num link e não se instala

É uma aplicação web feita para telemóvel: chega um endereço e uma sessão. Lá dentro estão os serviços do dia por ordem de hora, o detalhe de cada um, o Aceito / Não posso, as marcações de a caminho, cheguei e concluído, o odómetro e as incidências com fotografia.

Porquê web

O motorista do fornecedor não instala a vossa app

Uma aplicação de loja obriga a conta, autorização e actualizações — e cai logo no primeiro motorista externo. A web resolve isso: funciona em qualquer telemóvel, actualiza-se sem loja nem versões, e no dia em que um motorista deixa de trabalhar convosco basta cortar-lhe a sessão.

O agente, do lado dele

O motorista também fala com o agente

Dentro da aplicação, em linguagem normal: «posso trocar o das 16:30?», «vou atrasado 20 minutos», «o portão está fechado». O agente responde com o que sabe — quem está livre, que alternativa existe — e transforma o pedido em algo que a central vê na fila, em vez de num telefonema que ninguém regista.

O WhatsApp avisa

O aviso chega onde ele já olha

Serviço novo, alteração e cancelamento chegam por mensagem com o link directo para o serviço na aplicação. Não depende de a app estar aberta nem de uma notificação que se perde — e é o mesmo canal para o motorista responder por escrito, com o histórico agarrado ao serviço.

Como funciona por baixo

É a plataforma de empresa da Meta, não o WhatsApp comum

Usa-se a WhatsApp Business Platform com um número da empresa. Fora de uma conversa iniciada pelo motorista só se enviam modelos aprovados — o aviso de serviço é um modelo de utilidade, aprova-se uma vez e usa-se sempre. Assim que ele responde, abre-se uma janela de 24 horas de conversa livre e sem custo. Os modelos custam poucos cêntimos por mensagem entregue.

O que é preciso acautelar

O telemóvel pessoal para trabalho não é uma decisão técnica

É preciso consentimento explícito de cada motorista e, para os internos, a conversa com os representantes dos trabalhadores. Recomendamos que o WhatsApp seja opcional: quem não aderir recebe o aviso por SMS ou consulta a mesma lista na aplicação. Nada essencial deve viver só no canal de mensagens.

Reserva e afectação

Uma viatura pode estar presa a um projeto duas semanas e continuar a ser gerida à hora

É a pergunta que separa transporte de produção de transporte de empresa, e o modelo precisa de duas camadas. Confundi-las custa dos dois lados: sem a primeira, uma produção nunca tem a viatura garantida; sem a segunda, uma viatura fica parada quinze dias em nome de um projeto que a usa três horas por dia.

Camada 1 · Afectação

A viatura pertence ao projeto durante um período

«A Unidade Móvel 2 está com a Volta ao País Basco de 1 a 15 de Setembro.»

  • Bloqueia o quadro de disponibilidade e tem sempre data de fim.
  • Tem dono, tem custo imputado ao projeto pelo período — e não por viagem.
  • Serve o que é previsível: rodagens, coberturas longas, unidades móveis.
Camada 2 · Serviço

Cada viagem, dentro ou fora de uma afectação

«Hoje às 07:00, levar quatro pessoas da sede a Vitoria-Gasteiz.»

  • Se o projeto tem viatura afectada, o serviço consome-a e não vai ao pool.
  • Se não tem, o pedido vai à central e compara as três fontes de sempre.
  • Serve o que é imprevisível: informativos, directos, recolhas de última hora.

A afectação sem devolução é a maior fonte de desperdício — e já foi medida

o que o mercado aprendeu à sua custa
<3 hpor dia

É o uso típico de uma viatura afectada de forma permanente a uma pessoa ou a um departamento, em análises de frotas partilhadas. A afectação parece eficiência e é o contrário: garante disponibilidade a um, à custa de todos os outros.

−18 %de frota

A redução obtida por uma organização que consolidou viaturas permanentemente atribuídas num pool com reserva automática. Não se comprou nada nem se cortou serviço: passou a ver-se o que estava parado.

80 %de utilização

A meta corrente para uma frota partilhada saudável. É a régua que falta ao VisionCast e que a afectação, sozinha, torna impossível de aplicar — porque uma viatura afectada aparece sempre como ocupada.

provisóriacomo estado

No aluguer audiovisual — Current RMS, Rentman, Flex — a reserva provisória é um estado próprio: bloqueia o calendário mas tem data-limite, e liberta-se sozinha se não for confirmada. É assim que se reserva sem congelar.

O que isto vira no produto. Toda a afectação nasce com fim, com utilização medida e com devolução parcial: as janelas em que o projeto não usa a viatura voltam ao pool sem cancelar a afectação. O projeto continua a ter a viatura garantida quando precisa; a casa deixa de a ter parada quando não precisa. Está no separador Projetos da demonstração — a barra de utilização e o botão que devolve a janela.

Prática trazida da gestão de frotas partilhadas

A segunda distinção

Levar pessoas e levar meios não é o mesmo transporte

Na produção audiovisual são dois problemas com regras diferentes, e o mercado trata-os como dois. Um modelo que só sabe «viatura» acaba a pôr uma equipa de reportagem e uma unidade móvel na mesma linha de decisão.

Pessoas

Lugares, e quem vai lá dentro

A restrição é o número de lugares e a categoria de carta. A responsabilidade é saber quem viaja, com quem e para onde — e ser capaz de o dizer se acontecer alguma coisa. É aqui que o agrupamento de equipas poupa dinheiro a sério.

Meios

Volume, peso e quem descarrega

A restrição é a carga útil, o volume e muitas vezes a carta pesada. Acrescenta tempo de carga e descarga que não é trajeto, seguro do equipamento, e o estado do material sincronizado entre origem e destino — que é como o mercado de rental trata uma transferência.

Os tempos

Os buffers não são iguais

Entre montagens no mesmo local, a produção conta 15 a 30 minutos. Para mudar a unidade inteira de sítio, cerca de 60. Um sistema que usa o mesmo buffer para tudo erra sempre — para mais num lado, para menos no outro.

A cadeia

A disponibilidade não é da viatura

Foi o que o ScheduALL provou no broadcast: agendar contra as relações entre recursos, não contra a disponibilidade de cada um. Aqui a pergunta certa é se está livre a cadeia inteira — viatura, motorista habilitado, janela com buffers e, quando há material, o próprio equipamento.

Subcontratação

Quando não se tem, propõe-se quem tem

No aluguer audiovisual o sub-hire é um conceito de primeira classe: procura acima da capacidade própria não devolve «indisponível», devolve a proposta de contratar fora, com o custo separado. É exactamente a fronteira entre frota própria e fornecedor — e valida o modelo de três fontes.

A origem do plano

O transporte desenha-se a partir da folha de serviço

Na produção, o plano de transporte constrói-se a partir da folha de dia para fora: as horas de saída e a atribuição de viaturas saem dela. É a razão pela qual isto pertence ao VisionCast e não a uma ferramenta de frota à parte — o plano já cá está.

Quem já resolve partes disto: Current RMSRentmanFlex Xytech · ScheduALLfarmerswife FleetCommanderAssetWorks Yamdu
Assistência à operação

Um agente que vigia a fila enquanto ninguém está a olhar

A central tem picos, e é neles que as coisas caem. O agente do VisionCast não despacha por vocês — vê o que se passa entre decisões e traz à frente o que precisa de uma pessoa, já com a proposta concreta feita. É o mesmo agente dos dois lados: aqui na fila da central, e na aplicação do motorista, onde responde a quem está na estrada.

Vigia prazos

O fornecedor que não responde

O contrato dá um prazo para aceitar. Passado esse prazo, o agente insiste; se continuar calado, devolve o pedido à fila e traz a alternativa já estimada — antes de o serviço ficar em risco, não depois.

Vê o erro antes

Conflitos com a troca já proposta

Sobreposições reais, viaturas sem lugares para o que se pediu, motoristas sem categoria de carta. Não é um alerta a dizer que há um problema — é a troca concreta que o resolve, a um clique.

Escreve o repetitivo

A folha de serviço já redigida

O despacho para o motorista, o lembrete ao fornecedor, a alteração e o cancelamento saem escritos e prontos a enviar pelo canal de sempre. A central aprova, corrige ou deita fora.

Explica-se

Cada sugestão traz o porquê e o número

Quanto poupa, quanto atrasa, que regra do contrato ou do convénio a sustenta. Uma sugestão que não se consegue explicar não devia ser aceite — e por isso não aparece sem explicação.

Aprende

A sugestão dispensada também é dado

Ao fim de um mês vê-se o que o agente acerta e onde não deve opinar. O que é recusado sistematicamente deixa de ser proposto, e isso é uma definição de âmbito feita pelo uso, não por reunião.

Propõe pooling

Duas equipas, uma viatura

Quando dois pedidos partilham destino e janela, o agente propõe juntá-los e mostra o que isso poupa. É a maior economia possível nesta operação, e a que hoje só acontece se alguém reparar por acaso.

Onde é que ele para. O agente propõe; a responsabilidade é de quem decide. Não adjudica acima do limite de valor sem aprovação humana. Não contacta um fornecedor fora do que o contrato permite. Não altera uma escala publicada. E tudo o que faz fica registado com autor, hora e motivo — incluindo o que sugeriu e foi recusado.

Regra de âmbito do agente

Está na demonstração

  1. Vá a Central. O painel do agente está no topo, com três sugestões reais sobre estes dados.
  2. Carregue em Passar para a Carrinha 4 e veja o conflito das 12:30 desaparecer do quadro.
  3. Repare na terceira sugestão: o agente não age sozinho quando a decisão é de uma pessoa.
O que ganham

Seis coisas que hoje dependem de alguém se lembrar

Nenhuma delas é um relatório novo. São decisões que passam a ser tomadas com informação, e erros que deixam de ser possíveis.

Reserva

Deixa de se reservar uma viatura que está na estrada

A reserva passa a ocupar o tempo verdadeiro, com ida e regresso. O quadro mostra conflito onde há conflito — e deixa de o mostrar onde não há.

Segurança

Ninguém conduz um veículo para que não tem carta

A categoria da carta e a sua validade decidem quem aparece nas opções. Uma carta que caduca torna a pessoa inelegível na data certa, sem lembrete.

Procura

O que foi recusado passa a existir

Cada pedido tem estado e relógio. Ao fim de um mês sabe-se quanto tempo a central demora a responder e quantas vezes teve de dizer que não — que é o argumento para pedir mais uma viatura, ou para deixar de a ter.

Custo

O mês fecha contra a factura

Cada viagem tem valor, projeto e centro de custo. A reconciliação com o fornecedor deixa de ser um exercício de memória no fim do mês.

Responsabilidade

Sabe-se onde está a equipa

Quando quem viaja é uma equipa de reportagem, saber quem está em que viatura, com que motorista e a caminho de onde deixa de ser uma conversa e passa a ser um ecrã.

Frota

A frota certa, medida

Utilização por viatura ao longo do mês. É o único dado que permite decidir com confiança o que sobra, o que falta e o que vale a pena contratar em vez de possuir.

Entrega

Cinco fases, e cada uma serve para alguma coisa sozinha

A ordem é por dependência, não por dificuldade. Nenhuma fase precisa da seguinte para dar valor, e cada uma fecha com um resultado que se verifica.

FaseFundação

A viatura passa a saber que é viatura

Ficha da viatura, papel de motorista com credenciais, elegibilidade entre os dois, e o tempo de ida e regresso na reserva. Sem ecrãs novos — o cadastro e o quadro que já existem ganham campos.

Fica pronta quando dar uma viatura a quem não tem carta compatível deixa de ser possível, e o quadro mostra a janela ocupada.
FasePedido

A procura passa a existir

O pedido criado a partir do projeto ou da tarefa. A fila da central com estados. Adjudicação à frota própria. Aprovação automática acima do limite definido.

Fica pronta quando for possível medir, ao fim de um mês, o tempo médio de resposta e o número de pedidos recusados por falta de meio.
FaseContratado

A fonte maioritária entra no quadro

Contratos de transporte com tarifário, horas contratadas e pré-aviso. Ordem ao fornecedor com prazo para aceitar. Custo imputado ao projeto.

Fica pronta quando um mês de transporte contratado fechar contra a factura do fornecedor sem folha de cálculo pelo meio.
FaseMercado

O recurso à chamada deixa de ser informal

Ligação a um operador de mobilidade, começando pela estimativa e pelas viagens de convidados — que não precisam de ter conta. Estado e recibo chegam sozinhos.

Fica pronta quando uma viagem pedida no VisionCast aparecer no custo do projeto sem ninguém lançar nada.
FaseOptimização

O sistema começa a propor

Juntar passageiros com destino e horário compatíveis. Sugerir a fonte por custo e prazo. Horas de condução como limite. Relatório de utilização por viatura.

Fica pronta quando existir um número: a percentagem de lugares ocupados por viagem, medida antes e depois.

O que precisamos de vocês para começar

A fundação não depende de integração nenhuma nem de fornecedor nenhum. Depende de três respostas — e nenhuma delas exige uma reunião longa.

Decisão 1 A central de transportes é um papel dentro do VisionCast, ou uma organização externa que recebe ordens e confirma?
Decisão 2 Qual é o limite de valor acima do qual um pedido precisa de aprovação, e quem aprova?
Dado A lista das viaturas com lugares, categoria de carta e base, e quem são os motoristas habilitados a cada uma.